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  • Orquestrando empresas vencedoras.

    Sumário

    Capítulo 1 - Teoria e prática

    Capítulo 2 - Políticas

    Capítulo 3 - Cenários

    Capítulo 4 - Preferências e recursos

    Capítulo 5 - Negócio

    Capítulo 6 - Competitivdade

    Capítulo 7 - Mudanças

    Capítulo 8 - Objetivos

    Capítulo 9 - Indicadores

    Capítulo 10 - Controles

    Orquestrando empresas vencedoras. Guia prático da administração de estratégias e mudanças.

    Rio de Janeiro: Campus, 1997.

  • Governança na empresa familiar

    Governança na empresa familiar: implementação e prática.

    Porto Alegre: Bookman, 2005.

    Pontos chaves do livro:

    Título: Governança na empresa familiar – implementação e prática. Autor: Dr. Werner Bornholdt (PhD)* Editora: Bookman – Porto Alegre (2005).

    PROPOSTA DO LIVRO: Esse livro se propõe a mostrar um norte organizador para que seja possível a manutenção do trabalho empresarial-societário-familiar. Para que os sonhos dos empreendedores juntem-se aos sonhos dos herdeiros e para que a plenitude da vida atinja a capacidade de integrar o trabalho, o amor e o dinheiro.

    Constatações iniciais:

    1. O maior número de empresas, no Brasil e demais países, é familiar, ou seja, o controle acionário está nas mãos de pessoas do mesmo grupo familiar.

    2. Muitas empresas familiares quebram na primeira geração em função de conflitos, geralmente pelos seguintes dois motivos: a) excesso de complacência (liberalidade, pena, condescendência); b) excesso de arrogância (narcisismo, prepotência, onipotência).

    3. Outras empresas familiares quebram em função de um processo sucessório mal planejado e executado.

    4. Algumas empresas familiares quebram por falta de planejamento estratégico em relação a três fatores: a) estratégias para inovação tecnológica; b) estratégias para liquidez e capital; c) estratégias para o desenvolvimento profissional dos gestores familiares.

    5. A maioria das empresas familiares quebra em função da falta de regras combinadas entre os sistemas familiar, empresarial e societário. Ou seja, ausência de enquadres recomendadas pelas boas práticas da governança corporativa.

    6. Em quase todos os países existem de versões sobre o paradigma “pai rico, filho nobre e neto pobre”.

    Objetivos e propostas do livro:

    Fundamentos:

    a) Perpetuar as empresas familiares, criar e fortalecer o princípio de clãs familiares através de boas práticas da governança corporativa;

    b) Consolidar e continuar o sonho dos empreendedores, passando por celebra ções, crises, conquistas e renúncias;

    c) A surpresa é a maior inimiga das empresas familiares;

    d) Planejamento, organiza ção, normas e regras são as principais aliadas das organizações familiares.

    e) Quebrar paradigmas universais, como por exemplo: “pai na coluna empresarial, filho na coluna social e neto na coluna policial”.

    Prática:

    1. Desenvolvimento de normas e regras compartilhado e ajustado dentro do sistema familiar (consangüíneo e afetivo), dentro do sistema empresarial (negócios), e, dentro do sistema societário (propriedade).

    2. Alinhamento de normas e regras adequadas entre os sistemas:

    a) familiar com o empresarial,

    b) familiar com o societário, e

    c) societário com o empresarial.

    3. Planejamento e execução de um processo sucessório apropriado em todos os níveis com o preparo de herdeiros e sucessores para serem acionistas, conselheiros, ou executivos.

    4. Desenvolvimento de ferramentas e órgãos de governança corporativa na empresa familiar. Eleição e implantação de dois ou mais das seguintes ferramentas:

    (a) conselho de família;

    (b) conselho de administração;

    (c) conselho superior;

    (d) gestão executiva;

    (e) conselho consultivo;

    (f) conselho fiscal;

    (g) auditoria independente;

    (h) conselho de sócios;

    (i ) código de ética.

    Desses destacam-se os seguintes:

    5. O conselho de família deve ser estruturado com atribuições e funções específicas para poder administrar as diferenças e conflitos interpessoais num espaço específico, sem invadir a empresa. O conselho de família administra os seguintes pontos: educação, cultura, patrimônio, saúde e inter-relacionamento.

    6. O conselho de administração pode e deve ser implantado em empresas familiares sejam elas de médio ou grande porte, companhias Limitadas ou Sociedades Anônimas. O conselho de administração precisa ser composto por membros heterogêneos, internos, externos e independentes. A sua responsabilidade é de cuidar de forma eqüitativa e neutra de conflito de interesses dos negócios em nome de todos os acionistas: minoritários e majoritários, portadores de ações preferenciais e ordinárias.

    7. O conselho de administração cuida dos seguintes pontos chaves:

    (a) desempenho da organização e retorno sobre o patrimônio;

    (b) qualidade da gestão, liderança e coesão dos dirigentes;

    (c) futuro da empresa, estratégias adequadas, tecnologia de futuro; gestão de performance e recursos de capital compatíveis.

    8. As demais ferramentas, como conselho superior, especial, consultivo, de sócios, dentre outros, geralmente são implementados de forma transitória, por alguns anos, até que a governança se consolide. Tem por objetivo administrar crises, processos sucessórios, mudanças acionárias, organizacionais ou estruturais.

    9. A gestão executiva deve responder por seus atos e resultados ao conselho de administração como uma unidade.

    10. As empresas familiares precisam desenvolver e implantar um pacto societário (acordo entre sócios e familiares), para se perpetuar através do enquadre das decisões atuais e futuras. O código de ética é o guarda-chuva desse acordo societário. Ele define as crenças e valores, a filosofia dos relacionamentos externos e internos, os princípios para administrar qualquer conflito, enfim a prática de entendimento, adesão e coesão.

    * Werner Bornholdt é consultor especialista em gestão estratégica de mudanças e governança corporativa de empresas familiares há mais de 20 anos. É doutor (PhD) em psicologia das organizações e RH, contabilista e economista. Autor do livro: Governança na empresa familiar - implementação e prática: Ed. Bookman (2005). Foi professor convidado da Universidade de Zurique e da Unisinos. Por 10 anos atuou como presidente e executivo de finanças em unidades na América Latina de duas empresas familiares da Alemanha. É membro profissional externo de vários conselhos de administração consultivo e fiscal de empresas familiares. Membro coordenador do IBGC-Sul.

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